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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Aquecimento global e o alerta da ciência para destruição do Permafrost

Como já está provado pela ciência, o CO2 é um dos gases que provocam o efeito estufa, fenômeno que provoca o aquecimento do globo terrestre, a Terra, único lar conhecido nesse gigantesco universo, capaz abrigar a vida como a conhecemos.

O CO2 está contido em vários elementos que compõem o nosso planeta e é, também, responsável pela preservação e a formação da vida, mas, em grande quantidade, pode ser fatal para qualquer ser vivo. Além disso, quando queimamos madeira e seus derivados, como o papel; os combustíveis fósseis e, também, seus derivados, a exemplo do plástico e da borracha sintética, dentre outros, estamos liberando grande quantidade desse gás, contribuindo, assim, para aquecer ainda mais a nossa atmosfera, isso gera o efeito estufa.

Toda ação na esfera terrestre tem consequências. Quando matamos uma árvore aqui, isso pode ser sentido em outra parte, devido à forte interdependência presente na Natureza.



O Permafrost

E os problemas não param por aí. O aquecimento global está acontecendo em ritmo acelerado e causando o derretimento do Permafrost – solo formado por rochas, terra e gelo no Ártico, em grandes altitudes – congelado há milhões de anos graças às baixíssimas temperaturas na região. O grande problema dessas alterações climáticas é o derretimento do Permafrost, pois nele está armazenada grande quantidade de CO2, como matéria orgânica, liberada essa matéria traz um enorme estrago ao meio-ambiente pondo em risco de extinção as construções humanas, além de um dos biomas mais importantes do planeta: a tundra ártica; ela ocupa cerca de um quinto da superfície terrestre.



Os Permafrost são encontrados em 20% do hemisfério norte, se derretidos podem levar ao fim grande parte da vida na Terra. Portanto é imperativo dar um freio na forma destruidora com que se vem tratando a nossa biosfera. Se continuarmos com essa atitude provavelmente nossos descendentes não vão desfrutar de toda essa maravilha existente até agora. Não sejamos egoístas.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Em 2010 Amazônia teve sua pior seca em cem anos

 Embarcações encalhadas em Tefé, na Amazônia. Foto de Rodrigo Baleia/Folhapress

A longo prazo teremos mais emissão de CO2, devido ao processo de decomposição vegetal que será bastante lenta.

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A Universidade de Leeds (Inglaterra), em conjunto com o Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), publicou um artigo na renomada revista “Science” afirmando que em 2010 a Floresta Amazônica passou pela maior seca dos últimos 100 anos. Como resultado disso, as árvores mortas liberaram tanto CO2 quanto os EUA. E isso é muito, mesmo.


A pesquisa, liderada pelo britânico Simon Lewis, aponta que a seca de 2010 foi mais intensa e afetou uma área maior (3 milhões de quilômetros quadrados) contra “apenas ” 1,9 milhões em 2005, até então considerada a pior entre décadas.

O estudo apontou que com a seca a floresta vai emitir mais CO2 do que consegue absorver. Entre o ano passado e os próximos, a consequência da seca será a emissão de cerca de 5 bilhões de toneladas de CO2. Isso porque o processo de decomposição das árvores mortas é lento.

Em condições normais a floresta absorve quase 1,5 bilhão de CO2, segundo estimativa do estudo.

Para ter uma ideia do estrago: os EUA geram cerca de 5,4 bilhões de toneladas de CO2 por ano, por conta da queima de combustíveis fósseis.

O climatologista do Ipam, José Marengo, no entanto diz que precisamos analisar os dados com muito cuidado “Reduzimos o desmatamento em cinco anos, mas um fenômeno natural deixou nossa absorção de CO2 na estaca zero. Se esses cálculos não forem bem interpretados, poderão ser usados a favor do desmatamento”.

Fonte: eco4planet.com

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O consumo de energia é uma das maiores preocupações atuais


As lâmpadas são o foco principal das autoridades mundiais para menor consumo energético

A economia de energia se tornou preocupante e mais de 40 países já estão à procura de programas dedicados a economizar. Uma das ideias é incentivar o uso de lâmpadas de baixo consumo como as eletrônicas e as fluorescentes, o que possibilitaria uma economia de bilhões de dólares.

A ONU está realizando campanha mundial para que todos troquem as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes; as que consomem menos energia. Essa atitude pode suavizar, e muito, as questões de mudanças climáticas no planeta.

As lâmpadas fluorescentes, além de consumirem menos energia, podem ser encontradas nos modelos: tubulares e as eletrônicas, essas últimas mais compactas e que podem ser enroscadas em bocais comuns. Sob as duas formas são bastante eficazes em termos de baixo consumo.

Boa parte do mundo consome energia gerada através da queima de combustíveis fósseis, que atualmente representam 8 por cento das emissões de gases de efeito estufa no mundo, afirma estudo apresentado na conferência climática que está sendo realizada pela ONU em Cancun.

A adoção dessas lâmpadas, mais eficientes, representa uma redução em dois por cento na demanda por energia para iluminação e no Brasil poderia resultar em numa economia de dois bilhões de dólares ao ano.

As lâmpadas de baixo consumo – florescentes eletrônicas – além de serem muito econômicas, têm mais duas vantagens sobre as incandescentes: duram mais – cerca de 10 mil horas – e produzem bem menos calor.