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quinta-feira, 14 de julho de 2011

Porque devemos reciclar

No dia 27 de abril deste ano, você leu sobre o significado de reciclagem. Hoje vamos entender porque devemos reciclar o que jogamos fora diariamente. Afinal quase tudo o que descartamos pode ser novamente reaproveitado.

O Brasil produz 240.000 toneladas de lixo diariamente. Uma pessoa produz aproximadamente cinco quilos de lixo por dia. Imaginemos a quantidade de lixo produzida no mundo todos os dias. Podemos dizer que isso é assustador. Afinal, para onde vai tanto material descartado pelo ser humano?

Claro que ninguém deseja abrir mão do conforto, ainda mais com melhores condições de vida geradas pelo aumento do poder aquisitivo que possibilita mais consumo, maior produção industrial. Isso significa mais lixo: embalagens, latas, garrafas etc.

Há vários tipos de lixo: hospitalar, industrial (químico, gazes, carvão mineral...), agrícola (fertilizantes, esterco...), radioativos, tecnológico e doméstico (alimentos). A maior parte do lixo doméstico produzido, na faixa de 88%, vai para os aterros sanitários e acaba produzindo mais lixo como o gás metano – um dos possíveis causadores do efeito-estufa – e o chorume que absorvido pela terra pode entrar em contato com os lençóis freáticos, poluir os rios e contaminar a água que bebemos.

No Brasil apenas 2% do lixo produzido é reciclado e sabe por quê? Reciclar é 15 vezes mais caro que jogar o lixo nos aterros.




Mas lembre-se, uma garrafa de vidro ou de plástico pode levar até um milhão de anos para desaparecer no meio-ambiente e uma lata de alumínio 80 a 100 anos. Mas podem ser reciclados. Não perdem as propriedades e voltam para ser consumidos novamente.

Separe o lixo logo em casa, isso evitará mais poluição e cada tipo será levado para o destino devido sem prejuízo ao meio-ambiente. Atitudes simples com essa servem para evitar mais poluição e contribuem para o nosso bem estar e dos nossos descendentes, pois nossos filhos e netos vão sofrer com o racionamento de água e com problemas respiratórios.




Você pode evitar que uma árvore seja cortada se possibilitar a reciclagem de 50 quilos de papel; isso mesmo, aquele papel que jogamos fora todos os dias poderia ser reciclado se direcionado para o lugar certo. Quantas latinhas de cerveja você joga fora por semana? Pense: 50 quilos de alumínio reciclado evita a extração de 5.000 quilos de bauxita, o minério base para a fabricação desse metal. Quebrou o copo de vidro? Não tem problema. O vidro pode ser reciclado infinitamente e um copo quebrado pode dar origem a outro do mesmo tamanho; um quilo de vidro quebrado pode dar origem a exato um quilo de vidro reciclado.



Será que devemos depositar todo esse potencial reciclável nos aterros?  


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Aquecimento global e o alerta da ciência para destruição do Permafrost

Como já está provado pela ciência, o CO2 é um dos gases que provocam o efeito estufa, fenômeno que provoca o aquecimento do globo terrestre, a Terra, único lar conhecido nesse gigantesco universo, capaz abrigar a vida como a conhecemos.

O CO2 está contido em vários elementos que compõem o nosso planeta e é, também, responsável pela preservação e a formação da vida, mas, em grande quantidade, pode ser fatal para qualquer ser vivo. Além disso, quando queimamos madeira e seus derivados, como o papel; os combustíveis fósseis e, também, seus derivados, a exemplo do plástico e da borracha sintética, dentre outros, estamos liberando grande quantidade desse gás, contribuindo, assim, para aquecer ainda mais a nossa atmosfera, isso gera o efeito estufa.

Toda ação na esfera terrestre tem consequências. Quando matamos uma árvore aqui, isso pode ser sentido em outra parte, devido à forte interdependência presente na Natureza.



O Permafrost

E os problemas não param por aí. O aquecimento global está acontecendo em ritmo acelerado e causando o derretimento do Permafrost – solo formado por rochas, terra e gelo no Ártico, em grandes altitudes – congelado há milhões de anos graças às baixíssimas temperaturas na região. O grande problema dessas alterações climáticas é o derretimento do Permafrost, pois nele está armazenada grande quantidade de CO2, como matéria orgânica, liberada essa matéria traz um enorme estrago ao meio-ambiente pondo em risco de extinção as construções humanas, além de um dos biomas mais importantes do planeta: a tundra ártica; ela ocupa cerca de um quinto da superfície terrestre.



Os Permafrost são encontrados em 20% do hemisfério norte, se derretidos podem levar ao fim grande parte da vida na Terra. Portanto é imperativo dar um freio na forma destruidora com que se vem tratando a nossa biosfera. Se continuarmos com essa atitude provavelmente nossos descendentes não vão desfrutar de toda essa maravilha existente até agora. Não sejamos egoístas.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O consumo de energia é uma das maiores preocupações atuais


As lâmpadas são o foco principal das autoridades mundiais para menor consumo energético

A economia de energia se tornou preocupante e mais de 40 países já estão à procura de programas dedicados a economizar. Uma das ideias é incentivar o uso de lâmpadas de baixo consumo como as eletrônicas e as fluorescentes, o que possibilitaria uma economia de bilhões de dólares.

A ONU está realizando campanha mundial para que todos troquem as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes; as que consomem menos energia. Essa atitude pode suavizar, e muito, as questões de mudanças climáticas no planeta.

As lâmpadas fluorescentes, além de consumirem menos energia, podem ser encontradas nos modelos: tubulares e as eletrônicas, essas últimas mais compactas e que podem ser enroscadas em bocais comuns. Sob as duas formas são bastante eficazes em termos de baixo consumo.

Boa parte do mundo consome energia gerada através da queima de combustíveis fósseis, que atualmente representam 8 por cento das emissões de gases de efeito estufa no mundo, afirma estudo apresentado na conferência climática que está sendo realizada pela ONU em Cancun.

A adoção dessas lâmpadas, mais eficientes, representa uma redução em dois por cento na demanda por energia para iluminação e no Brasil poderia resultar em numa economia de dois bilhões de dólares ao ano.

As lâmpadas de baixo consumo – florescentes eletrônicas – além de serem muito econômicas, têm mais duas vantagens sobre as incandescentes: duram mais – cerca de 10 mil horas – e produzem bem menos calor.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Show de rock também pode gerar sustentabilidade

A edição do “Rock in Rio” 2011 marcada para 23, 24 e 30 de setembro, 1º e 2 de outubro, já está confirmada e será sediada na Cidade do Rock na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.

O festival, que tem a tradição de reunir várias bandas nacionais e internacionais, mais uma vez aborda o Projeto Por Um Mundo Melhor, e vai destinar 5% da receita, com a venda dos ingressos, para ajudar na geração de projetos socioambientais.

Será que vai ser diferente do SWU, que prometeu cooperação com projetos de natureza ambiental e não cumpriu o compromisso? Afinal, como o Rock in Rio nunca levantou a bandeira ecológica, vamos esperar que o resultado seja positivo.

Desde o seu lançamento, em 2001, o festival sempre se empenhou com as causas sociais. Reunindo todas as edições, já foi possível arrecadar cerca de 11 milhões de reais, o que gerou investimentos em construção de salas de aula e compra de equipamentos para instituições sociais direcionadas para jovens e adolescentes. Só no primeiro ano, foi arrecadado o suficiente para 3.200 jovens entre 17 e 29 anos, terminassem os estudos em 100 salas de aula construídas em comunidades carentes do Rio de Janeiro. Assim foi também em Portugal, com a instalação de painéis solares em escolas que ganharam o concurso “Rock in Rio Escola Solar” que incentivou os jovens portugueses a desenvolver projetos nas suas comunidades, para conscientizar as pessoas no combate às alterações climáticas.

A organização do festival promete plantar árvores para compensar a emissão de gases de efeito estufa gerada pela produção do evento, incentivos ao uso de transporte público – metade das emissões do festival vem do deslocamento – além de muitas outras ações no campo socioambiental.

A programação será confirmada em novembro desse ano, quando os ingressos estarão à venda no site oficial do Rock in Rio (inteira R$ 190,00).



Um bom exemplo para outros eventos do gênero que são levados ao público durante o verão. O comprometimento com as causas ambientais não só está em voga, mas deve povoar, também, o pensamento dos produtores, pois a quantidade de espectadores que vão a esse tipo de evento – a maioria jovens – necessita e muito dessa conscientização. A natureza agradece.



Fonte: EcoD

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Buraco na camada de ozônio para de aumentar

Imagem da Nasa mostra o tamanho do buraco na camada de ozônio em 14 de setembro de 2010


O sol, estrela de quinta grandeza. Astro que nos dá energia e força, além de temperatura, calor suficiente, para que a vida seja preservada. Porém emite radiações nocivas e se não houvesse a defesa que reduz os seus efeitos, a camada de ozônio, a vida no planeta poderia ser aniquilada.

A camada de ozônio é responsável por filtrar os raios ultravioleta, nocivos à vida quando em grande quantidade. A utilização de gazes como o CFC provocou a abertura de um grande buraco na camada de ozônio da atmosfera terrestre, o que aumentou a incidência de doenças como o câncer de pele, provocadas pelo excesso de absorção de raios ultravioleta pelo organismo.

Mas uma boa notícia vem trazer grande esperança para a humanidade. Esse escudo natural que nos protege, parou de aumentar.
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Os esforços internacionais para proteger a camada de ozônio parecem ter surtido efeito, segundo novo relatório das Nações Unidas.

O escudo natural que protege a vida na Terra de níveis nocivos de radiação ultravioleta não está mais diminuindo.

Segundo a NU, além de prevenir milhões de novos casos de câncer de pele e catarata ao ano, a proteção da camada de ozônio também trouxe outros benefícios, como ajudar a diminuir o efeito estufa.

Entenda

A relação é simples: uma vez que muitas substâncias destruidoras da camada do ozônio também são causadoras do efeito estufa, sua proibição geraria também a diminuição do aquecimento global.

O estudo foi revisado por 300 cientistas de todo o mundo e é uma parceria do UNEP (Programa do Meio Ambiente das Nações Unidas) e da UN WMO (Organização Meteorológica Mundial); ele foi apresentado ontem, o Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio.

Sol, perigoso sol

A queda da destruição de ozônio no mundo seu deu graças à eliminação de quase 100 substâncias antes usadas em produtos como refrigeradores e sprays em lata. A NU espera que a camada fora das regiões polares se recupere a níveis anteriores a 1980 antes da metade do século; no entanto, as projeções indicam que o buraco sobre a Antártica deve levar muito mais tempo para se fechar já que, infelizmente, a quantidade de ozônio no mundo ainda não está aumentando – apenas parou de cair.

Em 2010, as reduções de substâncias destruidoras de ozônio (expressas em equivalente de CO2) foram de 10 gigatoneladas. Os esforços foram classificados como um sucesso pelo Diretor do UNEP, Achim Steiner.

O combate a destruição da camada de ozônio começou com a assinatura do Protocolo de Montreal, em 1987, no Canadá. Sem as medidas adotadas de lá para cá, os efeitos negativos teriam aumentado 10 vezes até 2050 – elevando em mais de 20 milhões os casos de câncer de pele e 130 milhões os de cataratas e prejudicando a agricultura, a fauna e a flora do planeta.

Fonte: eco4planet

domingo, 29 de novembro de 2009

Gases de efeito estufa: nível recorde

Desde a era pré-industrial, o dióxido de carbono (CO2) gás que provoca o efeito estufa, cresce em concentração na atmosfera. E desde lá, as concentrações de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, que permanecem por mais tempo na atmosfera, atingiram taxas recordes a partir do século 18. É o que revela uma pesquisa divulgada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), na última segunda-feira, 23.

O aumento na força radioativa provocada por esses gases chegou a 26% desde 1990. E só entre 2007 e 2008, a alta foi de 1,3%. Os gases de efeito estufa bloqueiam a radiação e provocam o aquecimento na atmosfera terrestre. Só o dióxido de carbono, o mais importante gás emitido por seres humanos, foi responsável por um aumento de 86% na força radioativa da Terra entre 2003 e 2008 – o equivalente a quatro vezes superior a qualquer outra emissão combinada. Desde 1750, a presença de dióxido de carbono na atmosfera cresceu 38%. O cultivo agrícola de arroz, os aterros e a combustão de biomassa são os principais responsáveis por esse fenômeno, já que provocaram um aumento de 18% de gás metano, que vinha se mantendo estável por sete anos. A queima de combustíveis fósseis e a agricultura são tidas como são o que mais contribui para o aquecimento global e, como consequência, pelas mudanças climáticas.

O relatório da OMM foi desenvolvido com base na observação de uma rede de estações de pesquisa em mais de 50 países. O boletim divulgado recentemente é o quinto de uma série anual iniciada em 2004, e é apresentado às vésperas da 15ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre o Clima (COP-15), que será realizada de 7 a 18 de dezembro, em Copenhague, capital da Dinamarca.

A reunião em solo dinamarquês tem como objetivo fechar um novo acordo global sobre o clima para substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012. Mais de 60 chefes de Estado e de governo, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, já confirmaram participação na reunião.

Fonte: eco4planet