domingo, 26 de setembro de 2010

A vida do beija-flor está em risco

BIÓLOGOS AVISAM SOBRE A SAÚDE DO BEIJA-FLOR. QUASE NINGUÉM SABE DISSO.

É maravilhoso observar o beijar-flor voando de flor em flor, se alimentando e, ao mesmo tempo, polinizando, garantindo, assim, a preservação da flora. Porém atitudes consequentes da desinformação podem causar a morte desses belos passarinhos.


É a utilização dos bebedouros nas janelas para atrair e alimentar os beija-flores. Isso pode fazer um grande mal ao bichinho podendo causar até a sua morte.

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A FOTO AO LADO FOI TIRADA NO PARQUE DAS ÁGUAS EM S.LOURENÇO - MG,

O BEIJA-FLOR FOI RESGATADO DENTRO DO BALNEÁRIO, POIS ESTAVA CAÍDO E NÃO CONSEGUIA VOAR. “É UM ESPETÁCULO, PARECE UM CHUMAÇO DE ALGODÃO DE TÃO LEVE”





Saúde do Beija-flor

É comum quando gostamos de pássaros, especialmente beija-flores, colocarmos-lhes água com açúcar nos bebedouros. Entretanto saibam que ISSO MATA O BICHINHO.





Explicando melhor


O açúcar em contato com a água forma um fungo que traz doença, semelhante ao câncer, no biquinho do beija- flor. A saída é comprar Thrill ou assemelhados, como o Néctar que é vendido nos supermercados e que já vêm adoçados sem adição de açúcar, garantindo, desta forma, a saúde do bichinho!


O pacote custa R$ 6,70 e dura duas ou três semanas dependendo da quantidade de bebedouros que você tiver. Além do mais você pode deixar a solução lá por cinco dias sem problemas, enquanto que a água com açúcar tem que ser trocada diariamente, e o bebedouro deve ser fervido e muito bem limpo para não matar o beija- flor.


O mais impressionante é que (quase) NINGUÉM SABE disso, então, vamos divulgar essa informação, pois é muito triste sabermos que as pessoas que gostam de cuidar dos beija-flores podem acabar provocando suas mortes e nunca vão saber que eles morreram com o "veneno" que lhes demos com tanta boa vontade.


Orientações enviadas pela internauta e jornalista, Maria (Dori) Macahdo.

sábado, 25 de setembro de 2010

Faturar com o pedal e ajudar o planeta

Já é possível ser ecologicamente sustentável, mais uma vez, com a utilização da bicicleta

São poucos aqueles que têm a sorte de faturar uma grana, fazendo aquilo que gostam, e ainda ajudar o planeta. Mas isso já está acontecendo e de maneira altamente prazerosa. Já imaginou poder ganhar para simplesmente pedalar. Para os aficionados do pedal está surgindo uma grande possibilidade. E com a população que temos no Brasil, boa parte desempregada, é uma chance de ganhar pelo menos uma boa refeição.
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Pedalar para gerar energia e ainda ganhar dinheiro. Bom, não?

O que muita gente faz de graça – e por prazer – pode render uma grana. O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca, dá chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta.

O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade. São aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável.

Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.

Se essa moda pega no Brasil ia ter gente pedalando em tudo que é restaurante da cidade.


Fonte: eco4planet.


sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O mundo sem carros

Running on Empty from Ross Ching on Vimeo.

Seria maravilhoso se, ao menos, um dia fosse possível desfrutar de ar puro, sem o barulho, sem a poluição e tudo o mais que os engarrafamentos e buzinaços provocam. É um sonho, mas é sabido que o sonho do ser humano o levou a relizar coisa incríveis. Quem sabe o incrível possa acontecer?

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“E se, amanhã, todos os carros desaparecessem?”

Foi essa a pergunta que motivou Ross Ching a criar o projeto Running on Empty(Correndo no Vazio). Cansado do trânsito caótico da cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, Ching resolveu fazer um vídeo no qual tenta criar uma realidade onde não existem carros nas ruas e avenidas.

O projeto foi inspirado nas fotos da solitária Los Angeles do artista Matt Logue e nos questionamentos: “Se os carros desaparecessem, como as pessoas reagiriam? Como o meio ambiente se comportaria?”.

“A ideia era mostrar como estamos em um grande círculo, que une as pessoas que convivemos todos os dias no trânsito”, diz Ross. “Quero tratar sobre essa relação de amor e ódio de todos que passam muito tempo dentro dos carros”, completa.

Para realizar as fotos que deram origem ao vídeo, o americano colocou uma câmera posicionada em vários pontos da cidade. Depois selecionou as fotos que não tinham carros e editou aquelas em que apareciam alguns poucos automóveis.

Depois disso, construiu uma ordem cronológica unindo as fotografias e colocou uma música de fundo. Por mais melancólico que uma cidade abandonada pareça ser, o vídeo cria uma realidade que nos faz questionar sobre o modelo de vida levado nos grandes centros urbanos.

Fotógrafo cria vídeo com uma realidade sem carros

Respeito e meio ambiente

O trabalho de Ross Ching pode ser relacionado com dois pontos listados na Carta da Terra. São eles a Integridade Ecológica e o Respeito e cuidado pela comunidade da vida.

Se não existissem carros nas ruas, como as pessoas se comportariam? Claro que o desenvolvimento mundial impede a viabilidade de tornar esse desejo em realidade, entretanto, uma saída seria diminuir o acesso ao carro e utilizar outros meios de transporte como alternativas.

“Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, em uma época em que a humanidade deve escolher o seu futuro”, é o que diz a Carta da Terra. O documento lista os principais assuntos em prol de um mundo mais sustentável e justo. A prevenção ao dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental é um desses tópicos.

Então, por que não deixar o seu carro em casa e optar pela bicicleta ou outro transporte sustentável? Atitudes simples podem mudar a realidade na sua rua e reverberar de forma global.

Fonte: eco4 planet

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

sábado, 11 de setembro de 2010

Cerrado: ainda restam 68% de área preservada

O bioma tem parte de seu espaço utilizada para o cultivo principalmente da soja

No dia em que é comemorado o dia do Cerrado, esse bioma que cobre boa parte do oeste baiano vem perdendo espaço para o cultivo da soja e do algodão, além do carvão vegetal. Em todo o Brasil, de acordo com o IBGE, dos dois milhões de Km² de cerrado originais, restam pouco mais de um milhão. Dados da Secretaria Estadual do Meio Ambiente atestam que o estado tinha originalmente 12 milhões de hectares, dos quais restam 68% ainda preservados.






O perigo


A Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) diz que a região possui pelo menos seis milhões de hectares propícios à agricultura (com terras planas e bons índices pluviométricos), com cerca de 1,7 milhão já cultivado. Com isso houve uma produção, na última safra, de seis milhões de toneladas.


Responsável por 70% da produção agrícola do estado, o Cerrado vinha crescendo a um ritmo de 6% a 7% ao ano nas novas áreas destinadas à produção, entretanto nos últimos dois anos essa média caiu para 1,7% ao ano.


Esperança


Nessa última semana, durante o VI Seminário Biodiversidade do Cerrado que aconteceu em Barreiras, oeste da Bahia, foi discutida a proposta de emenda da Constituição Estadual (PEC) que torna o Cerrado e a Caatinga patrimônios estaduais, o que já acontece com a Chapada Diamantina, a Mata Atlântica e o Raso da Catarina.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

PARA FALAR DAS FLORES

A PRIMAVERA SE APROXIMA

A natureza nos proporciona maravilhas. As flores são um exemplo desse oferecimento de beleza. Com a chegada da primavera e, como consequência em maior quantidade, as flores ornamentam o nosso dia-a-dia, se fazendo presentes nas árvores de ruas e praças nas cidades e no campo, colorindo a nossa vida.

São, também, sinônimo de fecundidade. A celebração da vida. A preparação para a chegada de um novo fruto, um novo rebento vegetal para nos alimentar ou, simplesmente, nos deleitar com a belezura de suas pétalas, de suas cores diversas e formatos tão variados.

Flores, continuem a nos trazer a felicidade de poder admirá-las. E continuem a encher a nossa vida com sua beleza sutil.

sábado, 28 de agosto de 2010

Aquecimento global e a escassez do arroz

Um caso para ser pensado e avaliado de acordo com as nossas atitudes perante o meio-ambiente.

As pessoas não estão atentando com o devido interesse para as questões climáticas. A fome ronda a vida do ser humano e com a falta de água no planeta, as previsões são nada alentadoras.

Pesquisadores interplanetários vivem à procura de água em outros planetas; por que será? Todos sabemos que esse mineral é a base da vida. Sem a água não existiríamos, certo?

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Um estudo feito com a participação da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) revela que a produção de arroz no mundo está sendo ameaçada pelas alterações climáticas extremas.

Segundo a agência da ONU, cerca de 3 bilhões de pessoas consomem arroz diariamente em todo o mundo. O alimento é importante para garantir segurança alimentar e combater a pobreza.

A pesquisa, que levou seis anos para ser concluída, sugere que a subida constante de temperaturas vai enfraquecer a produção nos arrozais na Ásia.

O estudo é baseado no acompanhamento da produção em 227 arrozais nos maiores produtores asiáticos, que geram mais de 90% do arroz consumido no mundo.

Os organizadores da pesquisa acreditam que a queda na produção de arroz possa levar um maior número de pessoas à pobreza e a passar fome.


Fonte: Eco4 Planet

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Marcelândia, uma tragédia anunciada

Uma cidade inteira é destruída por um incêndio causado pela secura do clima

Aonde será que o homem vai parar com a ganância desmesurada, que não o deixa enxergar o que vem ocorrendo na natureza? Os incêndios e as enchentes, em várias partes do mundo, põem em cheque as atitudes promovidas pelo descaso com que se vem tratando o meio-ambiente.

Marcelândia, no Mato Grosso, é a localidade da vez. O incêndio ocorrido na região destruiu várias madeireiras da cidade – 17 serrarias foram destruídas e mais 12 parcialmente – podemos ver que é o resultado de outro crime que é a extração de madeira para fabricar móveis coloniais. Essas madeireiras fabricavam exatamente isso; móveis coloniais. Será que em tempos de aquecimento global podemos nos dar ao luxo de fabricar esse tipo de produto? Derrubar árvores deveria ser considerado crime, em qualquer situação. É preciso ter consciência e não continuar com essa destruição.

Árvore derrubada significa desmatamento e desmatamento significa elevação da temperatura do planeta e em termos globais. Derrube do lado de cá e será sentido do outro lado do globo e não é exagero. Aliado a isso, ainda tem o problema da emissão de gases de efeito estufa como o dióxido de carbono que é gerado pela queima das árvores e, no caso de Marcelândia, o pó de serra, que ainda queima e pode ainda queimar durante alguns dias, é responsável por mais emissão desses gases.

O clima seco, e a estiagem como há muito temo não é sentida, são responsáveis pela incidência de incêndios no cerrado. Mas o que provoca o clima seco? A região já é de pouca vegetação e com o desmatamento, aliado à vontade exagerada de lucro, com a derrubada de árvores para o comércio de móveis e outros utensílios acaba por criar um ciclo vicioso infindável, prejudicando toda a região.

A televisão mostra o incêndio em Marcelândia, apresentando o madeireiro como vítima, mas qualquer ser humano, consciente dos problemas ambientais, sabe que esse personagem é um dos maiores causadores dessa tragédia que é anunciada.

Para evitar mais tragédias ambientais como essa de Marcelândia, o importante, inicialmente, é parar com o desmatamento que vem consumindo as nossas florestas. Ajudar a natureza a se recompor, gerando condições e soluções auto-sustentáveis. Assim, quem sabe, em um futuro próximo, possamos vislumbrar um mundo sadio e livre desse câncer que é o desmatamento.